Via sacra 19-2-2021

Via-sacra

Alguns textos tirados de: http://www.fatima.pt/documentacaoRODRIGUES, Maria Isabel – Via-sacra. Em VAZ, Carla Abreu, coord. – Santificados em Cristo: Itinerário Temático do Centenário das Aparições de Fátima: 5.º ciclo. Fátima: Santuário de Fátima, 2014. p. 197-213

INTRODUÇÃO

A meditação da Via-Sacra consiste em acompanhar Senhor Jesus nos seus sofrimentos – conhecidos como a Paixão de Nosso Senhor – desde o Tribunal de Pilatos até o Monte Calvário.

Essa meditação teve origem no século X, com os fiéis que peregrinavam à Terra Santa e visitavam os lugares sagrados da Paixão de Jesus. Assim se uniam os fiéis à paixão do Senhor, recordando os passos da Via Dolorosa de Jerusalém. Depois esta devoção estendeu-se a todos os lugares, no mesmo espírito de união à Paixão do Senhor. 

Nestes tempos de pandemia mundial, queremos unir aos sofrimentos do Senhor Jesus todos aqueles que sofrem, aflitos, as dificuldades doença. Também os médicos e enfermeiros, que trabalham incansáveis no cuidado dos doentes. E as famílias que se inquietam pela saúde dos seus doentes, ou que choram em luto a perda dos que sucumbem.

 Todos estas dores e canseiras são iluminadas pela Cruz redentora do Senhor Jesus, que assim abre o caminho da esperança a toda a prova. O amor é mais forte do que a morte.

V. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. 

R. Ámen.

Oremos: 
Olhai, Pai Santo, 

o sangue que jorra do peito trespassado do Salvador;
olhai o sangue derramado por tantas vítimas do ódio, da guerra e do terrorismo;
da pandemia, da doença, e do isolamento,
e concedei-nos, Senhor, a mesma força, 

que levou o vosso Filho até ao fim, no cumprimento da sua missão salvadora, 

a fim de também nós levarmos até ao fim a nossa cruz e missão.
Por Cristo nosso Senhor
R. Amen.

Cântico:

Se alguém quiser seguir-Me

1.ª Estação Jesus é condenado à morte

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São João

«Pilatos trouxe Jesus para fora e fê-lo sentar numa tribuna, no lugar chamado Lajedo. Era o dia da Preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Disse, então, aos judeus: “Aqui está o vosso Rei!” E eles bradaram: “Fora! Fora! Crucifica-o!” Disse-lhes Pilatos: “Então, hei de crucificar o vosso Rei?” Replicaram os sumos-sacerdotes: “Não temos outro rei, senão César”. Então, entregou-o para ser crucificado. E eles tomaram conta de Jesus» (Jo 19, 13-16).

A condenação, que se torna agora pública, tinha sido antes concebida no segredo. Ao mesmo tempo que o coração do Mestre inventava gestos de amor criativo, o coração do traidor dava lugar ao ódio e à rejeição, como nos relata o evangelista João: «Jesus, que amara os seus que estavam no mundo, levou o seu amor por eles até ao extremo. O diabo já tinha metido no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, a decisão de o entregar» (Jo 13, 1b-2).

Deus de ternura e de misericórdia que amais o inimigo, que pondes amor onde reina a maldade, ensinai-me a colaborar convosco acolhendo o vosso perdão e sabendo perdoar aos outros.

Pai nosso…

Cântico

2.ª Estação Jesus toma a sua cruz

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São João

«Quem não tomar a sua cruz para me seguir não pode ser meu discípulo». (Lc 14, 27); «Jesus, levando a cruz às costas, saiu para o chamado Lugar da Caveira, que em hebraico se diz Gólgota» (Jo 19, 17).

Somos impelidos a tornar atual a oferta de Jesus por todos, tomando cada um a sua cruz e a uni-la à de Jesus. Assumir os sofrimentos e dificuldades próprios da vida e ajudar a suavizar a cruz de quem está ao nosso lado é uma forma simples e concreta de seguirmos Jesus no dia a dia. Nestes tempos de pandemia todos sofremos de alguma forma.  e tantas famílias, a carregar a pesada cruz do contágio, da solidão e do isolamento.

Senhor, ajudai-me a assumir o lado custoso da vida com coragem e generosidade; que eu não a torne mais pesada só com lamentos e mágoas. Dai-me a graça de levar a minha cruz, assumida livremente, como dom de mim e oferta de amor.

Pai nosso…

Cântico

3.ª Estação Jesus cai pela primeira vez

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Da carta aos Filipenses

«Cristo Jesus, que era de condição divina, não Se valeu da sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a Si próprio. Assumindo a condição de servo, tornou-se semelhante aos homens» (Fl 2, 6-7).

Igual a nós em tudo, exceto no pecado, Jesus é «na verdade Deus escondido, o Deus de Israel, o sal-vador!» (Is 45, 15). Ele que oferece a liberdade aos cativos, que liberta os oprimidos, que dá a vista aos cegos, submete-se a si próprio à humilhação da fraqueza. A nada se poupa para demonstrar o seu amor fiel e que a sua palavra merece a nossa fé.

Jesus, Vós que aceitais cair por amor de mim, ajudai-me a aceitar com humildade as minhas quedas e a contribuir para elevar os outros e não para os derrubar.

Pai nosso…

Cântico:

4.ª Estação Jesus encontra sua mãe

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São Lucas

Quando José e Maria apresentaram o Menino no Templo, «Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: “Este menino está aqui para queda e ressurgimento de muitos em Israel e para ser sinal de contradição; uma espada trespassará a tua alma. Assim hão de revelar-se os pensamentos de muitos corações”» (Lc 2, 34-35).

Maria comunga com Jesus, mais do que ninguém. Ela conhece o sentido da sua vida e o sentido que Ele dá à sua cruz. Ela, que participou desde o início na vida e missão de Jesus, também está presente no caminho do Calvário, sofrendo com Ele e amando com Ele. 

Unamo-nos também a Maria, pedindo-lhe que coloque no nosso coração os sentimentos de Jesus: Salvé, Rainha…

Pai nosso…

Cântico: 

5.ª Estação Jesus é ajudado pelo cireneu

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São Lucas

«Quando o iam conduzindo, lançaram mão de um certo Simão de Cirene, que voltava do campo, e carregaram-no com a cruz, para a levar atrás de Jesus» (Lc 23,26). 

Nos caminhos da vida, lugar das nossas “vias-sacras”, Jesus é o nosso principal Cireneu. Consagrados pelo batismo, somos ungidos pelo Espírito Santo e assumimos a nossa vida como caminho de santidade. No caminho específico da nossa vocação, na família ou na comunidade cristã, encontramos sempre ocasião de sermos cireneus uns dos outros. 

No drama da actual pandemia, reconhecemos em toda a humanidade tantos cireneus: nos profissionais de saúde, nos bombeiros, nos cuidadores, nos visitadores.

Ajudai-nos, Senhor, a aliviar a cruz dos mais próximos; não permitais que andemos distraídos das cruzes dos nossos irmãos e irmãs na fé ou dos membros da nossa família.

Pai nosso…

Cântico:

6.ª Estação A Verónica limpa o rosto a Jesus

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do livro de Isaías

«Vimo-lo sem aspeto atraente, desprezado e abandonado pelos homens, como alguém cheio de dores» (Is 53, 2b-3a).

O individualismo, muitas vezes provocado pelos nossos medos e inseguranças, fecha-nos em nós. Deste modo, a outra pessoa pode tornar-se incómoda ou rival, em vez de ser reconhecida e estimada como igual, companheira de caminho, motivo de dedicação e de apreço. 

Senhor, ensinai-me a reconhecer o dom que a outra pessoa é em si mesma, em vez de a valorizar apenas por aquilo que é para mim. 

Pai nosso…

Cântico:

7.ª Estação Jesus cai pela segunda vez

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do livro dos salmos

«A minha alma está prostrada por terra; dá-me vida segundo a tua palavra. A minha alma chora de tristeza; reconforta-me, segundo a tua palavra. Abraço as tuas ordens; não permitas, Senhor, que seja confundido» (Sl 119, 25.28.31)

E quando reincidimos nos mesmos erros? E quando vemos alguém cair de novo ao nosso lado? Como reagimos? O que fazemos? Exigimos, julgamos, comentamos… Ou compreendemos e ajudamos?

Jesus, que Vos apresentais débil, a vossa fraqueza é evidente. Porque tenho tanta dificuldade em aceitar a minha e a das pessoas que vivem ao meu lado? Ensinai-me, Senhor, a lidar com as fraquezas.

Pai nosso…

Cântico:

8.ª Estação Jesus encontra as mulheres de Jerusalém

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São Lucas

«Seguiam Jesus uma grande multidão de povo e umas mulheres que batiam no peito e se lamen-tavam por Ele. Jesus voltou-se para elas e disse-lhes: “Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos”» (Lc 23, 27-28).

Lamentar-se nunca foi maneira de resolver os problemas. Jesus reenvia as mulheres para a sua realidade, para cuidarem do que está ao seu alcance e delas depende: elas mesmas e os seus filhos. Neste mundo em que vivemos existem muitas coisas erradas: injustiças, negligências, corrupção… E eu, na minha vida concreta, faço para aumentar ou para combater esses males?

Jesus, ensinai-me a estar atento àquilo que me rodeia, a colocar o bem, onde vejo o mal. Saiba eu agradecer em vez de me lamentar, saiba compreender em vez de julgar e perdoar em vez de condenar. Ajudai-me, Senhor, a assumir a minha responsabilidade na construção do bem comum.

Pai nosso…

Cântico:

9ª Estação Jesus cai pela terceira vez

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do livro dos salmos

«O meu espírito desfalece dentro de mim, gelou-se-me o coração dentro do peito. Ergo para ti as minhas mãos; como terra seca, a minha alma está sedenta de ti. Senhor, responde-me depressa; estou prestes a desfalecer! Não escondas de mim a tua face, pois seria como os que descem à sepultura» (Sl 143, 4.6-7).

A tentação do desânimo pode bater-nos à porta. Ela resulta da experiência da nossa fragilidade e impotência e do autocentramento, por colocarmos a confiança em nós mesmos e não em Deus. Jesus, o santo de Deus, tornou-se solidário connosco até ao extremo, para que não hesitemos em buscar n’Ele a força da nossa esperança.

Senhor, que eu aprenda a humildade através das humilhações e me fixe em Vós, como Pedro, para me manter de pé. Perdoai-me pelas vezes em que tomo o meu sentir pela verdade e consinto na falta de confiança.

Pai nosso…

Cântico:

10.ª Estação Jesus é despojado das suas vestes

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São João

«Os soldados pegaram na roupa de Jesus e fizeram quatro partes, uma para cada soldado, exceto a túnica. A túnica, toda tecida de uma só peça de alto a baixo, não tinha costuras. Então, os soldados disseram uns aos outros: “Não a rasguemos; tiremo-la à sorte, para ver a quem tocará”. Assim se cumpriu a Escritura, que diz: “Repartiram entre eles as minhas vestes e sobre a minha túnica lança-ram sortes”. E foi isto o que fizeram os soldados» (Jo 19, 23-24).

Desde o Seu nascimento até à morte, Cristo enriquece-nos com a sua pobreza. Ele despojou-Se e nós somos revestidos da dignidade de Filhos de Deus. Pelo batismo, revestidos de Cristo, somos novas criaturas, não pelos bens que a sorte nos trouxe, mas pela fé que nos faz participar da sua vida divina e gozar da intimidade com Deus.

Senhor Jesus, fonte de vida e de amor, colocai no meu coração o desejo de vos dar tudo, o desejo e a capacidade de me dar e de nada reclamar para mim. 

Pai nosso…

Cântico:

11.ª Estação Jesus é cravado na cruz

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São Lucas

«Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, crucificaram-no a Ele e aos malfeitores, um à direi-ta e outro à esquerda. Jesus dizia: “Perdoa-lhes, Pai, porque não sabem o que fazem”» (Lc 23, 33-34a).

O perdão recebido conduz à conversão. A conversão consiste em fixar o nosso olhar em Cristo, reconhecer com profunda gratidão o seu amor que nos salva e orientar a nossa vida para Ele, isto é, tomar a sua palavra e o seu exemplo como referência das nossas opções, das nossas atitudes, dos nossos comportamentos.

Senhor, diante da vossa cruz, mostrai-me o que devo mudar para que a minha vida seja mais conforme ao vosso estilo e defenda os interesses do vosso Reino, mais do que os pequenos interesses individuais ou do grupo a que pertenço.

Pai nosso…

Cântico:

12.ª Estação Jesus morre na cruz

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São Lucas

«Por volta do meio-dia, as trevas cobriram toda a região até às três horas da tarde. O sol tinha-se eclipsado e o véu do templo rasgou-se ao meio. Dando um forte grito, Jesus exclamou: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. Dito isto, expirou» (Lc 23, 44-46).

Contemplemos, em silêncio, o amor que por nós se oferece até ao fim. Em silêncio, adoremo-Lo. (momento de silêncio)

Lembramos, Senhor, as vítimas da actual pandemia. Também elas atravessaram a morte em circunstâncias dolorosas, e muitas vezes na solidão. Sê Tu, Senhor, o seu guia, atravessando com elas o ‘vale das sombras da morte’.

V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo

R. Como era no princípio agora e sempre. Ámen

13.ª Estação Jesus é retirado da cruz

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São João

«Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, mas secretamente por medo das autoridades judaicas, pediu a Pilatos que lhe deixasse levar o corpo de Jesus. E Pilatos permitiu-lho. Veio, pois, e retirou o corpo» (Jo 19, 38).

Os verdadeiros amigos revelam-se nos momentos difíceis, quando já não há nada para retribuir. É assim que somos chamados a amar os nossos amigos, com um amor gratuito e generoso. Mas, como é difícil?! É muito mais espontâneo dar para que me dês, ou dar-te porque me dás. Mas isso não basta: dou-te porque tu és digno do meu carinho, da minha atenção.

Senhor, formai os meus afetos, para que construa amizades baseadas na gratuidade, no amor sincero e não no interesse; amizades que permaneçam, mesmo quando chega a prova do silêncio, da ausência ou da separação.

Pai nosso…

Cântico:

14.ª Estação Jesus é depositado no sepulcro

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São João

«Tomaram então o corpo de Jesus e envolveram-no em panos de linho com os perfumes, segundo o costume dos judeus. No sítio em que Ele tinha sido crucificado havia um horto e, no horto, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. Como para os judeus era o dia da Preparação da Páscoa e o túmulo estava perto, foi ali que puseram Jesus» (Jo 19, 40-42).

O silêncio da morte é o lugar onde a esperança se acende. Deus está presente mesmo quando tudo parece perdido. É necessário passar pela experiência do nada, para se poder receber o TUDO que Deus É. 

Senhor, ensinai-me a esperar. Não permitais que a minha esperança se reduza ao espaço do já conhecido da minha experiência, mas fazei que se abra, pela confiança, às dimensões infinitas da vossa Ressurreição. 

Confiamos-te as vítimas da actual pandemia: temos a esperança firme de que contigo, vivem para sempre.

V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo

R. Como era no princípio agora e sempre. Ámen.

15.ª Estação Jesus sai vitorioso do sepulcro

V. Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus!

R. Que pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Do evangelho segundo São João

«No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo logo de manhã, ainda escuro, e viu retirada a pedra que o tapava. Correndo, foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo, o que Jesus amava, e disse-lhes: “O Senhor foi levado do túmulo e não sabemos onde o puseram”. Pedro entrou no túmulo e ficou admirado ao ver os panos de linho espalmados no chão, entrou também o outro discípulo, o que tinha chegado primeiro ao túmulo. Viu e começou a crer» (Jo 20, 1-2.6.8).

No testemunho de João e de Pedro, a Igreja iniciou há dois mil anos o caminho da Fé que nos une na comunhão dos santos. A Igreja vive e proclama que a graça de Deus supera todo o pecado. É o Espírito Santo que nos santifica. A escuta da Palavra nos conduz à conversão. A celebração dos Sacramentos nos transforma cada vez mais à semehança de Cristo. 

Senhor, Jesus, que pela força do vosso amor vencestes a morte, concedei-nos abraçar com fé a cruz da nossa vida e de participar, através dela, no dom do vosso amor por todos. Fortalecei a nossa fé, de modo que vivamos em cada momento animados pela certeza e pela força da vossa Ressurreição. 

Em união com o Papa, rezemos, por toda a Igreja: 

Pai nosso…

Saudação final

Benção final

Cântico: