Avisos + folha

AVISOS (8-1-2023)

ENCONTROS EM FAMÍLIA – ‘FAMILY MEETINGS’
Neste ano o tema só poderia ser a Jornada Mundial da Juventude! Pelo que teremos seis encontros, mensalmente, para ficarmos a par da história da JMJ ao longo dos anos. Contamos com o testemunho de vários participantes, que partilharão connosco a experiência ao vivo das JMJ.
O primeiro encontro é no dia 20 de Janeiro, 21h15, na igreja paroquial.
Convidamos TODA a comunidade paroquial, da adolescência aos mais experientes, porque somos em Igreja, “Família de famílias”.

DOMINGO DA PALAVRA
No 3º Domingo do Tempo Comum o Papa Francisco instituiu o “Domingo da Palavra”, para que as comunidades dediquem um dia para uma recordar que todos os dias precisamos de fazer da Sagrada Escritura o centro da nossa relação com Deus e o alimento da nossa fé.
Neste ano o Domingo da Palavra calha a 22 de janeiro. Queremos assinalá-lo em cada uma das missas desse Domingo. Mas queremos também reunir-nos, encontrar-nos, convivermos, porque a Palavra de Deus nos une como irmãos.
— ALMOÇO PAROQUIAL
Convidamos todos os grupos paroquiais para um almoço partilhado, a ter lugar no salão paroquial, no Domingo dia 22, às 13h00. Tragam as vossas famílias! Tragam o vosso farnel para partilhar!
— FORMAÇÃO DE LEITORES
Também no Domingo dia 22, pelas 15h00, os leitores terão um encontro de formação com o Pe. Sujith, para renovação e acerto dos procedimentos nas celebrações.

PREPARAÇÃO PARA O BAPTISMO
Teremos Encontro de Preparação para o Baptismo, pais e padrinhos, no dia 13 de Janeiro, 21h00, na igreja paroquial.

CORAL DE LINDA-A-VELHA
Celebrou-se no dia 6 de janeiro o 44º aniversário do Coral de Linda-a-Velha. Fundado por membros da nossa paróquia, o Coral sempre acolheu todos, sendo um pólo de comunidade fraterna na nossa vila.
O Coral de Linda-a-Velha convida quem queira cantar e tenha gosto pelo convívio, para se integrar. Queres participar? Os ensaios são às terças e quintas, 21h30, na igreja do coração de Jesus. Aparece ou contacta a Graça Rego (telemóvel: 963 377 240).

VIMOS A SUA ESTRELA

Reflexão à Liturgia da Palavra da Palavra da Epifania do Senhor

A festa dos Magos prolonga a alegria do mistério do Natal. Revela-se o mistério, dobram-se os joelhos. Cada um de nós abra o coração como presente, trazido de longe, da nossa pobreza, em homenagem ao Rei que nasceu.

O Natal celebra o nascimento do Salvador; a Epifania manifesta o Verbo de Deus em Pessoa, eternamente gerado no seio do Pai. Na noite de Natal os Anjos cantam; na vinda dos Magos, o mundo adora. A ternura dum Menino revela-nos a face de Deus. Os Magos adoram o Verbo feito carne, a força feita fraqueza, o Senhor de majestade na realidade de um homem. O mistério da Epifania também proclama aos homens a realeza de Jesus Cristo. Os braços de Maria são o seu trono real. Aquele que nasceu Rei quer tributo de vassalagem, glória, honra e louvor. Ajoelha e adora.

Já no Antigo Testamento, o povo eleito, instruído pelos profetas vive animado pela fé, esperando o Messias Salvador. O texto da primeira leitura é de Isaías 60,1-6. Nele o autor canta a glória da Jerusalém renovada, figura da «Jerusalém nova descida do Céu». A visão universalista que o poema apresenta corresponde à realidade da Igreja, que é católica, isto é, universal.

No Salmo Responsorial, adoremos o Senhor com os crentes de todos os tempos, pedindo-Lhe que nos ajude a mantermos viva a nossa fé. «Virão adorar-Vos Senhor, todos os povos da terra», é o refrão do salmo 71 (72) 2.7-8.10-11.12-13, que é cantado neste dia.

O Apóstolo S. Paulo, chamado pelo Senhor, confiou-Lhe a sua vida, chamando as outras pesssoas para irem ao seu encontro. “Os gentios recebem a mesma herança” , refere S. Paulo na segunda leitura, tirada da Epístola aos Efésios 3, 2-3a.5-6. A festa da Epifania é a nossa festa, Menino Jesus de toda a gente. As fronteiras do Reino messiânico estendem-se hoje às dimensões do universo. Com os Magos gentios, todo o mundo pagão caminha para Belém. Eles são as primícias daqueles que escutaram o chamamento universal à fé em Jesus Cristo. Com eles, “os gentios recebem a mesma herança, beneficiam da mesma promessa”, refere a segunda leitura. Era o mistério escondido aos judeus, que Deus revelou no chamamento de todos os homens à salvação por Seu Filho Jesus. Agora não há distinções. Todas as diferenças se apagam na unidade de Jesus Cristo.

Os Magos foram ao encontro de Jesus Menino para O adorar e oferecer-Lhe ouro, incenso e mirra. “O Rei Herodes ficou perturbado”, narra a passagem evangélica de S. Mateus 2,1-12 deste Domingo da Epifania. A perturbação do rei e da cidade representa um mundo de privilégios que desaba. O mundo dos instalados em riquezas e poderios não entende a audácia e a iluminada inquietude dos Magos, que deixaram tudo e se decidiram por uma estrela. Sobre as ruínas desse mundo rejeitado, fora dos seus muros, começa a edificar-se a I(greja, a Jerusalém nova, Sacramento universal de salvação. Os Magos não voltaram por Jerusalém, porque o caminho agora é outro. Na verdade, quem se encontra com Jesus, muda radicalmente a sua vida e abandona os caminhos antigos do pecado para viver uma vida nova, baseada nos valores provenientes da pessoa de Jesus Cristo. Se encontrardes Jesus, se tiverdes um encontro espiritual com Jesus, lembremo-nos de voltar aos mesmos lugares de sempre, mas por outro caminho. O Espírito Santo que Jesus nos dá, muda os nossos corações.

“Nós vimos a sua estrela”. A estrela que os Magos viram está agora ali na sua frente. Jesus Cristo é a luz que se levanta por sobre as trevas da noite. A luz de Jesus Cristo raiou em nós pela fé. Fé é o sinal e a estrela que nos guiam pelos caminhos da vida. Deus falou-nos por entre nuvens, manifesta-se por sinais. Só não fala a quem não estiver à escuta. Seguindo a estrela, vamos em busca de Deus,. que nos espera nas encruzilhadas da vida, nas pessoas e nos acontecimentos. Buscar a Deus é deixar-se encontrar.

Muitos viram a estrela, mas poucos a seguiram. Bem cedo começou a ser Jesus Cristo sinal de contradição. Herodes e os doutores da Lei fecharam os olhos à luz. Só os simples e puros de coração verão a Deus. Prostraram-se e ofereceram-se. Ao fim de todas as buscas e perguntas, só nos resta dobrar os joelhos e adorar. De joelhos é que se vê bem. A fé termina no amor. Caminhar na luz exige o dom total. A melhor prova da fé está no dom de nós mesmos.

O mistério da Epifana actualiza em nós estrelas de graça, buscas e encontros. A Celebração Eucarística é epifania de Deus, para onde convergem os caminhos da vida e as ofertas dos homens.

Peçamos à Santíssima Virgem Maria para que possamos ser testemunhas de Jesus Cristo nos lugares em que nos encontramos, com uma vida nova, transformada pelo Seu amor. 

Diácono António Figueiredo

MÃE DE DEUS E MÃE DOS HOMENS

Reflexão à Liturgia da Palavra da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus

A celebração da Mãe de Deus na oitava do Natal é a festa mais antiga em louvor de Maria na liturgia romana. São os parabéns da Igreja e da humanidade à Virgem, que deu à luz. Como os Magos e os pastores, vamos também nós adorar o Menino, ao colo de sua Mãe. Ela O dá e O ensina a quem O quiser achar. Não há Menino sem Mãe; não há Jesus sem Maria. Com Jesus queremos viver o ano que hoje começa. Assim será de verdade um Ano Bom.

Na primeira leitura, proveniente do Livro dos Números 6, 22-27, o sumo sacerdote invocava as bênçãos de Deus para os israelitas, desejando-lhes a paz e a protecção de Deus.

O salmo é a oração a pedir as bênçãos de Deus para o seu povo e para todos os povos da terra. Para Salmo Responsorial é proposto o salmo 66 (67) 2-3.5.6 e 8.

Jesus foi enviado à terra para nos tornar filhos de Deus e veio até nós através da Virgem Santa Maria, que é sua Mãe e Mãe de todos nós. Disto nos fala a segunda leitura, respingada da Epístola de S. Paulo aos Gálatas 4, 4-7.

Na leitura evangélica deste Domingo, é-nos proposta a leitura e meditação do Evangelho segundo S. Lucas 2, 16-21. Este Evangelho recorda-nos a visita dos pastores ao presépio, guiados pelos anjos e como José e Maria Lhe puseram o nome de Jesus, indicado pelo Anjo.

Santa Maria, Mãe de Deus! Maria é Mãe de Deus porque é a Mãe de Jesus, o Filho de Deus encarnado. É Mãe de Deus pelo seu sim à palavra, aceitando na fé a mensagem do Anjo. Antes de conceber no seu seio segundo a carne, concebeu em seu coração pela fecundidade da fé. “Faça-se”. E o Verbo de Deus fez-se homem. O sim de Maria é a força que O encarna. A desobediência de Adão trouxe-nos a morte; a obediência de Maria gerou a vida. Maria é a escolhida nos planos de Deus, para salvar o homem pelo homem. Por Maria, a Mulher Nova, Deus fez-se o Homem Novo. Maria é Mãe de Deus porque disse sim. Que seria se dissesse não?

Maria é Mãe dos homens. Gerando a Jesus Cristo, ficou associada à sua missão para restaurar nos homens a vida em graça. Concebeu-nos na Encarnação e deu-nos à luz entre dores no Calvário. Na sua fé, esperança e amor nos gerou e alimenta para a vida sobrenatural. Maria mostra-se Mãe, fazendo-se Medianeira e Advogada entre Deus e os homens e assim participar de maneira priviligiada na única mediação do Redentor.

Maria é Mãe da Igreja. A sua maternidade divina e humana continua hoje na Igreja, porque acolhe no seu seio todos os homens. No dia do Pentecostes estava lá a Mãe do Senhor. Nascia a Igreja para a sua missão salvadora e por isso não podia faltar a Mãe. E agora, onde estiver a Igreja em missão, onde houver um Cristo a nascer, tem de estar lá a Mãe de Deus e dos homens. No mistério da Igreja, Maria é Mãe e é Filha. Gera a Jesus Crista com amor maternal e nasce também com Ele para uma vida nova. Por sua maternidade é Mãe de Jesus Cristo total e membro priviligiado do seu Corpo Místico.

O primeiro dia do ano é também o dia mundial da paz. Príncipe da Paz, chamaram os profetas ao Salvador nascido. Entrando no mundo, lança um pregão de paz, como programa de vida que começa. A paz vem como consequência da fraternidade universal, que Jesus Cristo veio trazer aos homens. Porque somos irmãos e família de Deus, já não fazem sentido guerras e discórdias. Jesus quer dizer libertador. O seu nome abre o livro dos tempos, vai à frente como um desafio, a abrir caminhos de amor e de unidade. E é Maria quem no-l’O traz.

Nesta caminhada de paz e de esperança, Maria abre o cortejo, proclamando o triunfo dos pobres e dos humildes. Com o Menino erguido nos braços, erguido ao alto, aponta aos homens o caminho novo da paz. “Desçamos dos pedestais do nosso orgulho – todos nós temos a tentação do orgulho – e peçamos a bênção à Santa Mãe de Deus, a humilde Mãe de Deus. Ela mostra-nos Jesus: deixemo-nos abençoar, abramos os nossos corações à sua bondade. Assim, o ano que começa será um caminho de esperança e de paz, não com palavras,mas com gestos diários de diálogo, reconciliação e cuidado da criação”. – palavras do Papa Francisco a 1 de Janeiro de 2020.

Diácono António Figueiredo

Folha + Avisos

AVISOS (25-12-2022)

TEMPO DO NATAL 2022

25 de Dezembro, Domingo – Natal do Senhor
00h00, Missa da Noite (‘do Galo’)
9h30, Missa da Aurora
11h30, Missa do Dia
19h00, Missa do Dia

dia 30 – Sexta-feira – Festa da Sagrada Família
Missa às 12h e às 19h

dia 1 de Janeiro, Domingo – Santa Maria Mãe de Deus

Missa às 9h30, 11h30 e 19h

dia 8 de Janeiro, Domingo – Solenidade da Epifania (‘Domingo de Reis’)
Missa às 9h30, 11h30 e 19h

dia 9 de Janeiro, Segunda-feira – Festa do Baptismo do Senhor
Missa às 12h e às 19h
FIM DO TEMPO DO NATAL

JMJ Lisboa 2023 – FAMÍLIAS DE ACOLHIMENTO
Queres ter a alegria de acolher durante cinco noites, dois ou mais jovens peregrinos da Jornada Mundial da Juventude?
Se sim, contacta-nos: cop.lindaavelha.jmj2023@gmail.com


Alegria de Natal

Bênção das famílias e crianças baptizadas no ano 2022

Olá a todas as famílias!

Neste Natal, o Senhor Jesus vem alegrar as nossas famílias com a sua presença. A alegria é-nos trazida gratuitamente pelo Menino que nasce. Alegria que encheu o coração de Maria e de José. Alegria que se anunciou aos pastores. Alegria que se oferece de novo a ti e à tua família.

Deixa-te surpreender! Não feches o coração nas tuas desculpas habituais, nos teus medos repetidos, nas tuas queixas rotineiras. Abre o coração, abre a tua vida, abre a tua família à novidade de Deus.

As bênçãos de Deus desçam sobre a tua família e todas as famílias da nossa paróquia. Cá vos espero nas celebrações da Liturgia de Natal, que nos trazem Deus à terra e levam os nossos corações ao Céu.

Santo e Feliz Natal!

Padre Diamantino.

NO PRINCÍPIO ERA O VERBO

Reflexão à Liturgia da Palavra da Missa do Dia do Natal do Senhor

Alegremo-nos! Nasceu no mundo o nosso Salvador. Pastores, Anjos e estrelas viram a sua glória, manifestada num Menino recém nascido. Só não O reconhece quem não tiver lugar para Ele. Com Jesus Menino nasce o homem novo, reclinado e envolvido no mesmo mistério de amor e aparências. Um novo mundo começa, instaurado na unidade de Jesus Cristo, como Cabeça e destino. O Filho de Deus fez-se “filho do homem”, herdeiro da nossa fragilidade, construtor da mesma história. Esvaziou-se de grandezas e divinos atributos para ligar o seu destino à nossa liberdade e caminhos imprevistos. Deus quis fazer-se homem, assumindo a nossa condição, para que, tal como o fermento introduzido na massa, nos divinizar e fazer crescer. A expressão natural e perfeita compreensão entre Deus e os homens é fragilidade e ternura.

No ambiente em que vivemos, parece-nos que o cristianismo tem cada vez menos influência na vida das pessoas e instituições. Depois de tantas infidelidades que cometemos, não será que Ele nos põe de lado, fazendo que o cristianismo floresça noutras regiões do mundo? O nascimento do Salvador vem repetir-nos que Deus está connosco para nos salvar e nunca nos abandonará, sejam quais forem os nossos pecados. 

Isaías, numa visão profética, muitos séculos antes do nascimento de Jesus, canta a beleza do Redentor, “nos pés do mensageiro que anuncia a paz, que traz a boa nova, que proclama a salvação”. Ele vem ao nosso encontro para nos libertar da escravidão do pecado e nos oferecer uma alegria e felicidade sem fim. Disto nos dá conta a primeira leitura tirada da profecia de Isaías 52, 7-10. 

Deslumbrado profeticamente com a vinda do Salvador, o salmista entoa um hino de louvor ao Altíssimo. Entoemos também nós este hino de louvor ao nosso Deus, porque já temos entre nós o Salvador do mundo. Para Salmo Responsorial é proposto o Salmo 97 (98), 1.2-3ab.3cd. 4.5-6

Na introdução da Epístola aos Hebreus, o autor sagrado faz um resumo da História da Salvação, para a coroar com a vinda de Jesus Cristo. Depois de o Pai ter revelado aos homens muitas vezes e de muitos modos, enviou-nos o seu Filho feito Homem, como Sua Palavra, última e definitiva. A Epístola aos Hebreus é sem dúvida, o célebre escrito doutrinal e exortatório, começa com um prólogo solene que nos situa, sem rodeios, perante a suma dignidade da pessoa de Jesus Cristo, à semelhança do prólogo do Evangelho de S. João. Começa por mostrar que é n’Ele que o Pai nos fala e se revela de modo exaustivo e definitivo, em contraste com toda a revelação anterior, fragmentária, variada e feita numa fase da História da Salvação. A segunda leitura da Missa do Dia do Natal do Senhor, é da Epístola aos Hebreus 1, 1-6.

Acompanhemos S. João Evangelista na contemplação do Verbo de Deus que se fez um de nós por amor, para nos salvar. A leitura evangélica de hoje, S. João 1,1-18, é o prólogo do IV Evangelho, que constitui a chave para uma profunda compreensão de toda a obra do discípulo amado e da Pessoa adorável de Jesus Cristo: Ele é o Verbo incriado, o Deus Unigénito que assumiu a nossa condição humana e nos oferece a possibilidade de sermos filhos de Deus. 

O Verbo, segunda pessoa da Santíssima Trindade, existe em Deus desde sempre e é Deus. Vemos que Ele, a Palavra, se fez carne e S. João legou-nos este magnífico hino. Assim sabemos quem Ele é, que Ele existe e O devemos amar, porque é Deus e Deus é amor, Amor eterno e incriado do qual dependemos. É esse que adoramos e Esse a quem dobramos o joelho, é a Esse Deus que referimos as virtudes teologais. Afirmamos ainda a nossa dependência como criaturas contingentes que aparecemos e desaparecemos; Ele é eterno e absoluto, não depende de ninguém; a nós cumpre-nos, como toda a criação, dar-Lhe glória: agradar, pedir e louvar, em gratidão diária de filhos e filhas pobres e humildes.

Ele vence o poder das trevas dando-nos o exemplo de como lutar contra todas as desordens para nos situarmos um dia junto de Deus como Ele: o Verbo era Deus e estava junto de Deus. Tudo foi criado por meio d’Ele. Ele vence o poder das trevas. Ilumina todo o homem, veio ao mundo e os seus não o receberam. Ajoelhamos e levantamos as mãos diante d’Ele em pedido de socorro, batemos no peito porque somos pecadores que necessitam de perdão para a multidão de pecados que nos antecede. Quem se prostra de joelhos no chão, reconhece que diante de Deus não é mais que pó.

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós”. Há presença pessoal e tangível de Deus entre os homens, expressa numa dupla imagem: põe a Sua tenda no mundo como um nómada; e nele se oculta a glória de Deus como antigamente na nuvem; só o Filho é que nos revelou Deus Pai, a quem jamais ninguém viu.

Vivemos para aduzirmos como testemunho a nossa fé; e como João Baptista dar testemunho da Luz que a todos ilumina. Aproximemo-nos da Virgem Maria e com Ela contemplemos a Jesus Cristo, que na pobreza do presépio também nos acolhe com simpatia na paz de um sorriso.

Diácono António Figueiredo

Avisos + Folha (18.12.2022)

AVISOS (18-12-2022)

Oração JMJ

Os jovens da nossa paróquia convidam todos para mais uma noite de oração, no ritmo das Jornadas Mundiais da Juventude Lisboa 2023. É já neste domingo, dia 18, às 21h30, na igreja paroquial.

Luz da Paz de Belém

Receberemos a Luz da Paz de Belém aqui na paróquia, na próxima terça-feira, dia 20, às 21h30. Convidamos todos a vir até à igreja, trazendo as vossas lanternas, para levarem esta Luz da paz para as vosas famílias. Convidamos também a que partilhem esta Luz com so vossos vizinhos do prédio ou da rua, num testemunho de fraternidade e paz.

Natal do Senhor

Horário das celebrações

dia 24:

– 19h00: Missa da Vigília

– 24h00: Missa da Noite (‘do Galo’)

dia 25:

– 9h30: Missa da Aurora

– 11h30: Missa do Dia

– 19h00: Missa do Dia


Paróquia de Nossa Senhora do Cabo – Rede de relações fraternas